Eu
preciso comentar essa HQ que eu vi, mas não vou comentar apenas na página
porque eles não aceitam comentários que não seja bajulando eles.
Trata-se
de um "casamento" homossexual, um pastor e dois clérigos dizendo que
é pecado, heresia e que está na Bíblia.
Em
seguida as personagens lésbicas que estavam se "casando" dizem:
"vá, vende tudo o que tem e dê aos pobres, está na bíblia." E as
personagens religiosas saem de fininho dizendo que é alegoria, não pode ser
interpretado literalmente e para deixar pra lá.
Primeiramente,
ir e vender tudo o que tem não é uma obrigação, mas um plus. José de Arimatéia
não vendeu tudo o que tinha, mas era uma forma de se ter "um tesouro nos
céus", e não uma forma necessária de se conseguir a salvação da alma.
Em
segundo lugar, quem vai, vende tudo o que tem e dá aos pobres pode ajudar
apenas uma vez.
No
entanto, esse conselho se mostra apenas com relação a pessoas e não com relação
às entidades. Por exemplo, fale par aa cruz vermelha, médicos sem fronteira e
todos os outros que se dizem interessados em salvar pessoas, vender todo o seu
patrimônio. É um contrasenso, porque se os MSF e a Cruz Vermelha venderem o seu
patrimônio, estarão deixando de ajudar, porque nem tudo se resume a dinheiro,
mas é necessário ter feramentas e patrimônio para prestar serviço.
A
Igreja Católica não pode vender tudo o que possui e dar aos pobres,
primeiramente porque ela ajudaria apenas essa geração, mas já está há quase
2.000 anos ajudando centenas de gerações justamente porque mantém um
patrimônio.
A
Igreja precisa de instrumentos para prestar seviço de auxílio aos pobres e ela
é a maior instituição caritativa do mundo. Exigir que a Igreja vendesse o seu
patrimônio e dê o dinheiro aos pobres é um ato de covardia, um sofisma, porque
é o mesmo que exigir que um médico que já trabalha de graça venda os seus
instrumentos de trabalho e dê o valor aos pobres. Que um advogado que atende
com gratuidade venda os seus livros, computadores e demais instrumentos de
trabalho e dê o dinheiro aos pobres.
Nem
tudo é dinheiro e apenas pessoa desonesta intelectualmente não vê que nem tudo
se resume ao dinheiro, apenas materialistas, dinheiristas e INVEJOSOS quanto ao
patrimônio alheio exigem semelhante disparate, porque vender tudo o que se tem,
dando o valor correspondente aos pobres não é a melhor forma de se ajudar os
pobres, mas prestando-lhes serviços, como a Igreja faz há dois mil anos.
Eu sou homem, gosto de mulher, sou hétero. Não obstante eu goste muito de mulher, eu raramente demonstro isso e isso não quer dizer que eu goste menos.
Meu jeito de andar não denuncia que eu goste de mulher
As roupas que eu uso não trazem insígnias que demonstrem esse meu amor por mulheres
O meu tom de voz não demonstra que eu goste de mulher
Eu só demonstro que gosto de mulher quando o tema é pauta de um assunto, quando estou com minha namorada (e não o tempo todo porque muita pegação sufoca e estressa) e isso é um dos milhares de aspectos da minha vida.
Eu também sou advogado, católico, de Direita Política, conservador, gosto de churrasco e prefiro cerveja a vinho. Gosto de cerveja de trigo, mas só de vez em quando.
Que uma pessoa goste de outra do mesmo sexo, que seja revolucionário, de extrema esquerda, que seja vegetariano, ateu, abstêmio ou pé de cana, para mim pouco importa. O que me intriga é a necessidade que:
1- Alguns (não todos, nem a maioria) homossexuais têm de demonstrar em cada outro aspecto da vida dele que goste de pessoa do mesmo sexo;
2- O ateu queira, em todo momento de sua vida, falar sobre sua falta de fé e criticar quem a tem;
3- Os esquerdistas tem de, a todo momento, criticar o capitalismo, a sociedade ocidental (mesmo que tenha um Iphone 5 no bolso e demonstre esse ódio postando via wifi na Internet por um computador de última geração);
4- Os revolucionário e o esquerdista têm de demonstrar sua orientação filosófica a todo instante, usando camisetas, botons, chapéu estilo Che Guevara, facarem o tempo todo enchendo o meu saco com essa doutrina falida;
5- Que os vegetas e abstêmios têm de criticar quem se dá o direito de alguns prazeres;
Como você pode ver, a complexidade humana e valorizada pelo equilíbrio, mas as militâncias acabam fazendo a vida das pessoas menos complexas e acabam se resumindo àquilo e o militante acaba virando um chato. Depois se diz tesourado por motivo de preconceito, homofobia, preconceito contra ateu, chamando de Nazista todo mundo que é de Direita Política e de retrógrado quem é conservador.
Na boa, militantes? Eu dou tesouradas em vocês porque vocês são chatos à beça.
@JurisCode @ascomjeanwyllys @jeanwyllys_real O que ocorre é uma simples intolerância por parte de vcs ao ver algm defendendo a família e a família tradicional...
Resposta obtida via Twitter
@ascomjeanwyllys @JurisCode o deputado @jeanwyllys_real também defende a família, TODAS as famílias. #casamentociviligualitário é isso: defesa da família.
Pelo presente texto, tenho que manifestar a minha desaprovação aos métodos usados pelo movimento GBLT. No entanto apresentarei os meus motivos munidos de argumentos bastantes que os possa fundamentar. Não se trata de uma desaprovação a um movimento, desaprovação a pessoas, ou até mesmo à orientação sexual dessas pessoas. Muito se tem conversado sobre o que o cristianismo fala sobre o tema, sobre o que a tradição judaico-cristã fala sobre esse tema. Tudo inútil, é necessário descer ao nível de argumentos que eles possuem e responder valendo-se da mesma estratégia a que eles se fiaram. No campo das ideias, no campo da teoria é tudo muito lindo, democrático, igualitário, diria até, envolto em uma suposta áurea de justiça social. Eu apoiaria essa igualdade, não fosse por um motivo. Não podemos perceber quais sejam as reais intenções do movimento GBLT se observarmos apenas o que eles dizem defender. Quando vemos os homossexuais defendendo o ponto de vista deles, qualquer manifestação, não em sentido oposto, ou que esteja, simplesmente, defendendo o outro lado, é inimigo, deve ser perseguido, aniquilado... Quem não se lembra o que aconteceu com o Deputado Clodovil, quando se disse homossexual não militante da causa, que tinha a consciência de que todos nascemos de uma relação hétero e que não sabia o que eles, do movimento, estavam pretendendo com aquela manifestação. Outro fato que merece ser mencionado, é que o movimento “marcha pela Família” que manifestou a desaprovação popular ao PL 122, foi turbado por manifestantes homossexuais (apenas 20) que contando com proteção policial, atacavam os manifestantes (pacíficos e ordeiros), gritando palavras como “nazistas”, que é um argumento típico na boca de quem não possui melhores argumentos. É tão batida essa estratégia que até já possui nome catalogado como “reductio ad Hitlerum”, assim como argumento “ad hominem”, tergiversa, e outros. Também estão promovendo uma verdadeira balbúrdia que pretendem deflagrar nos encontros com o Papa. Na última Jornada Mundial da Juventude em Madrid, uma minoria de pessoas do movimento GBLT também promoveu algazarra que durou pouco tempo e foi bem concentrada, porque os jovens não responderam às agressões e agiram como verdadeiros cristãos, tratando o movimento com o desprezo (pela indiferença) merecido. Estão armando ações para a JMJ no Rio de Janeiro, já estão começando a criticar o uso de verbas públicas no evento, ou seja, estão, de todas as formas, tentando boicotar o encontro e promover badernas. Diante disso tudo percebemos que sobressai do discurso, não uma defesa pela família, por qualquer tipo de família, mas uma perseguição à família tradicional. Por que o pessoal dos movimentos GBLT não tomam nenhuma atitude em favor da família tradicional, mas procuram, de outra forma, atacar qualquer manifestação que tenha como intento, a promoção, o apoio, a valorização da família formada por um homem, uma mulher e os seus respectivos filhos, frutos dessa união? É porque em vez de defender todos os tipos de família (o que eles dizem defender) na verdade eles combatem qualquer coisa que seja em favor da família tradicional (contra o que eles combatem). Se há interesse de defender a família, qualquer tipo de família, excelente! Se o casamento homossexual é aprovado ou não, nada vai mudar na minha vida, porque eu sou hétero e pretendo ter um casamento igualmente tradicional, diante da Igreja, como testemunha qualificada, o sacerdote católico da paróquia a qual eu pertenço, então para mim nada mudaria com união civil ou não. O que eu não posso admitir, assim como qualquer católico, são os ataques reiterados à pessoa do Papa, à Igreja Católica, aos sacramentos, à tradição. A Igreja Católica é infalível em matéria de moral e fé. Não há como ser infalível mudando de opinião. Se ela disse que o casamento igualitário não está de acordo com os cânones católicos, ocorre um corolário da infalibilidade que é a imutabilidade. A partir do momento em que os movimentos GBLT começam a atacar a família, célula da sociedade, local natural onde o amor cresce e se espalha, então esse assunto começa a ser do meu interesse, porque eles não estão apenas defendendo o lado deles, mas atacando o lado do oponente. Essa oposição não é uma oposição como a que eles estão acostumados a fazer, com barulho, baderna e ataques, não é a oposição stalinista ou maquiavélica que prega a morte dos oponentes, a destruição de quem pensa diferente, matar na traição, conquistando a confiança e tudo sendo justificado para se manter no poder. A oposição católica é a oposição como daquela frase de Voltaire: “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”. A Igreja não persegue quem pensa diferente, não manda matar, acorrentar, não entra com ações na justiça para tirar sites e blogs do ar porque estão divulgando heresias... Ela apenas dá uma opinião. E a opinião da Igreja Católica tem o seu peso, não porque ela tenha algum tipo de poder político ou militar, mas porque o que ela diz representa a opinião de 70% da população brasileira. O nome disso é democracia. Não apenas isso, mas todas as vezes que os governantes não observaram as advertências do Magistério Romano, o que ocorre é um verdadeiro caos. De um lado temos os homossexuais defendendo os seus respectivos espaços. Eu defenderia o espaço deles se eles fossem colaboradores na defesa do espaço hétero. De outro lado temos que os movimentos GBLT pretendem invadir todas as esferas da sociedade, jogando no lixo a Constituição e o Código Civil Brasileiro, turbando cultos religiosos e atrapalhando qualquer manifestação em favor da família. Para fechar o triângulo, nós temos, de um terceiro lado, a mídia que dá notoriedade a uma minoria que fez um protesto por alguns minutos e não mostra a grandiosidade dos eventos em favor da família. Assim sendo, seríamos favoráveis aos métodos adotados pelos movimentos GBLT se eles não nos atacassem. Teríamos o dever moral de apoiar os movimentos GBLT se eles apoiassem, também, a manutenção da família tradicional. Não nos oporíamos aos homossexuais exercer sua homossexualidade, se eles nos deixassem em paz com a nossa heterossexualidade.
Por Rodolpho Loreto Após a denuncia de vários blogs católicos, uma enxurrada de mensagens de protestos foram colocados no perfil do deputado Jean Wyllys. Senti orgulho de ser católico ao ver tantos valorosos soldados de Cristo defendendo com bravura a Santa Igreja.
Todavia, a covardia deste senhor, embebido pela vaidade e arrogância, bem como a doença mental esquerdista da mentalidade revolucionária o fez retirar todas as mensagens de protesto. Um ato covarde que mostra muito bem o baixo caráter, a má formação moral deste senhor, seu absoluto despreparo para exercer qualquer cargo público ou privado.
Este cidadão que busca a tal “igualdade”, não suporta opiniões contrárias a suas, nem críticas e nem discursos que pulverizem suas ideias vazias, repletas de slogans e propaganda revolucionária já por muitas vezes refutadas.
O caso aqui em questão é muito grave. Acusar um chefe de estado e líder da maior instituição caritativa e assistencialista do planeta terra em todos os tempos é um crime. Mais criminoso ainda é a motivação que o fez cometer esse crime, que foi o puro ódio insano, fundamentalista e ditatorial, demonstrado por este ato antidemocrático e patético.
O “nobre” deputado Wyllys mostra que sua causa está muito distante de querer direitos para os homossexuais, mas muito próxima ao desejo de implantar no Brasil uma república popular aos moldes da existe hoje em Cuba, país de seus ídolos Fidel Castro e Ernesto “Chê” Guevara. Não digo aqui de maneira nenhuma que o senhor Jean Wyllys tenha a sanha assassina de seus ídolos, pois não observei atitudes concretas nesse sentido. Porem, é fato e notório que o senhor Wyllys nutre um ódio profundo e arreigado contra o cristianismo. Sentimento esse que sega-o de maneira a não permitir que veja pela quantidade de comentários postados em seu perfil no Facebook o tamanho da brutalidade cometida contra os católicos brasileiros.
Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida. “Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto. A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”. Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”. Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana. O site oferece uma pré-estréia do projeto, com previsão de disponibilidade para 2009. Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva: “E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”. A nova versão continua: “E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”. De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada. “Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site. Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”. No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto: “De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”. “Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante. Fonte: www.juliosevero.com
Um produtor de filmes recentemente divulgou um projeto independente acerca de uma fórmula que transforma todos os heterossexuais em “gays”. Agora ele anunciou que está trabalhando para fazer a “Bíblia da Princesa Diana”, na qual “Deus” ordena o homossexualismo como o melhor estilo de vida. “Há muitas diferentes versões da Bíblia. Não vejo motivo por que não possamos ter uma Bíblia gay”, disse Max Mitchell numa declaração num site para o seu novo projeto. A “Bíblia gay”, produzida pelos Estúdios Revisão, com sede no Novo México, EUA, declara que Deus instrui que “é melhor ser gay do que heterossexual”. Mitchell disse que ele desenvolveu a idéia da “Bíblia” a partir de seu novo projeto cinematográfico, chamado “Horror in the Wind” [Horror ao vento], em que uma substância levada pelo ar “muda a orientação sexual do mundo”. Ele disse que se chama “A Bíblia da Princesa Diana” por causa das “muitas boas obras” de Diana. O site oferece uma pré-estréia do projeto, com previsão de disponibilidade para 2009. Na versão de Mitchell, o livro de Gênesis fala sobre Aida e Eva: “E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam”. A nova versão continua: “E Eva concebeu, e deu a luz Caim, e disse, ‘criamos um filho à imagem de Deus’. E Deus disse que o macho era diferente da mulher porque ele foi gerado pela serpente… E Eva de novo concebeu da serpente e deu a luz Abel, irmão de Caim. E Abel cuidava das ovelhas, mas Caim cuidava da terra”. De acordo com o site homossexual Queerty.com, Mitchell descreveu sua obra como divinamente inspirada. “Jesus era gay. Nos tempos bíblicos, os relacionamentos homossexuais eram tão comuns que ninguém pensava duas vezes. O que era considerado pecado era a heterossexualidade”, ele disse no site. Na página de comentários do site, um participante disse: “Aida e Eva são um sopro de ar fresco na face da reprimida homossexualidade da sociedade. Finalmente, uma versão da Bíblia com a qual todos podem se identificar”. No site Belieftnet.com, alguém postou um comentário expressando oposição ao projeto: “De vez em quando, a arte mais distorce a verdade do que a transcende, e é aí que tenho de decidir o que é aceitável ou não. Daí minha oposição à ‘Bíblia da Princesa Diana’ que está para vir”. “Esse livro é inspirado por uma agenda política e o desejo de uma pessoa de torcer não somente o texto, mas o próprio contexto, para satisfazer sua própria perspectiva. Isso, você poderá dizer, é o que os comentaristas fazem — e talvez até mesmo os tradutores —, mas esse cara está se fazendo de ‘autor’, que faz de sua obra um livro, não uma Bíblia”, comentou esse participante. Fonte: www.juliosevero.com
Cartazes espalhados pelo trajeto diziam que ‘nem santo salva’ da Aids. Dom Odilo afirmou que ‘comportamentos corretos’ salvam da doença. A Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) de São Paulo causou polêmica em sua 15ª edição, que aconteceu no domingo (26), na Avenida Paulista e na Rua da Consolação. Em 170 cartazes distribuídos em postes por todo o trajeto, 12 modelos masculinos, representando ícones da Igreja Católica, como São Sebastião e São João Batista, apareciam seminus ao lado das mensagens: "Nem Santo Te Protege" e "Use Camisinha". A ideia foi criticada pelo cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, que considerou a campanha "infeliz, debochada e desrespeitosa". “É uma forma debochada de usar imagens de santos, que para nós merecem todo respeito", disse. "Vamos refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas. Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar." O presidente da Parada, Ideraldo Beltrame, disse que a campanha não teve como objetivo ofender os católicos. "Nossa intenção é mostrar à sociedade que todas as pessoas, seja qual for a religião delas, precisam entrar na luta pela prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Aids não tem religião." Dom Odilo mais uma vez discorda. “O que salva da Aids é comportamentos corretos, responsáveis, respeitosos, dignos. Isso salva da Aids.” Ao eleger como tema "Amai-vos Uns Aos Outros", a organização uniu a vontade de conclamar seguidores com a de responder a grupos religiosos -que vêm atacando sistematicamente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Na Marcha para Jesus, na quinta-feira, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da união estável homoafetiva foi ferozmente atacada. Mas nesse ponto nem as opiniões de evangélicos dissidentes, que fundaram igrejas inclusivas e acompanham a Parada, convergem. "Não tinha necessidade de usar pessoas peladas para representar santos. Faz a campanha, mas não envolve as coisas de Deus", afirmou a pastora lésbica Andréa Gomes, de 36 anos, da Igreja Apostólica Nova Geração. "A campanha foi mais de encontro aos ditames da Igreja Católica. Nós não temos santos", diz o pastor José Alves, da Comunidade Cristã Nova Esperança.